Nuvens

Nuvens_

Nuvens
Vão as nuvens
As imagens que eu guardei pra mim
Nuvens claras, sentimentos
Transparentes ondas de emoção

 

Ondas
Som das ondas
Carruagens pelo mar sem fim
São viagens, são momentos
Que passaram e que não passarão


As minhas canções inacabadas
Vão ficar como folhas no vento
Cruzes na beira da estrada
Quando cessar em mim a energia,
o movimento


Mais do que cruzes,pousada
Mais do que abrigo, alimento
De uma aventura desenfreada
Da minha breve estrada
São os melhores momentos


Viajante, não lhes peça nada
Além de esperança e alento
São folhas, são cadernos, são palavras
São indecifráveis madrugadas
Deixe-as seguir no vento.


Fontes
São teus olhos
Diamante que eu sonhei pra mim
Mas são nuvens
Vão no vento diferentes
Os nomes da paixão


Nomes de pessoas
De lugares nas esquinas dos amores
vãos
Vão ciganos
Nuvens claras
Que passaram e que não passarão


Tudo que faz o amor valer
Faço virar canção
Se você nem quiser me ver
Faço você cantar

                        (((( Ouça ))))

6 comentários:

luzdeluma disse...

Susy, obrigada pela sua visita no "Luz"! Achei seu blogue super aconchegante e de quebra essa música - morri de saudades da terrinha!! Flávio Venturini, Beto Guedes...Clube da esquina!! Se curte eles, vou te apresentar uma amiga blogueira que é apaixonada no Beto Guedes. Beijus

Lá em algum lugar disse...

Oi Luma! Que bom que vc gostou... Obrigada!
Sim, amo esses cantores... Gosto de músicas com letras significativas.
Ah! Sempre que eu puder visitarei teu blog.
Abraço.

luzdeluma disse...

Postei uma musiquinha hoje!! Boa semana! Beijus

Rogério Felício disse...

Adoro nuvens....

Celso Souza disse...

adorei.... o texto sobre nuvens é lindo....

Rogério Felício disse...

Pode publicar o post sim....... vou adorar!!!

beijinhos menina... ;)

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Obrigada pela visita! =)

"O fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu, ver na primavera o que se virá no verão, ver de dia o que se viu de noite, com sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava. É preciso voltar aos passos que foram dados, para os repetir, e traçar caminhos novos ao lado deles.
É preciso recomeçar a viagem. Sempre."
(José Saramgo)
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